por Zé Claudio Pimentel
Por volta das 22h15 de ontem, terça-feira, o Brasil ficava às escuras. As cidades param. Os organismos públicos deixam de funcionar. Televisão, rádio, internet e celulares são interrompidos. As pessoas, por mais desesperadora que a situação pareça ser, creem na solução rápida do problema que, até então, era encarado como algo rotineiro e pouco grave.
Os minutos se passavam e cada vez mais as informações eram desencontradas. Um celular recebe sinal e descobre-se que o interior de São Paulo também está sem luz. Momentos depois, Minas e Espírito Santo. Logo em seguida, as rádios voltam ao ar. A AM entra em cadeia nacional com a FM e passam a transmitir em tempo real a situação do país.
Aproximando-se das 23h, tanto a Rede Bandeirantes como a Jovem Pan informam o que, até então, era especulado: 10 estados brasileiros ficam total ou parcialmente sem luz. O Brasil enfrentava algum resquício dos apagões do início deste século? Itaipu teria sofrido algum atentado? O que teria, afinal, levado a essa situação? Essas eram as perguntas feitas naquele momento.

As respostas, surpreendentemente, eram informadas por onde? Pelas rádios. Tornávamos reféns de um veículo de comunicação que, ano após ano, entrou em desuso. Sem alternativas, as pessoas recebiam por lá informações de repórteres espalhados pelo Brasil e pela América Latina. As emissoras informavam, naquela noite, as causas e conseqüências do apagão.
Curioso e engraçado, não é mesmo? A madrugada ia começando e os rádios eram os únicos meios que estavam plenamente funcionando. Em alguns momentos, poderíamos até fazer referências – tomando as devidas perspectivas, é claro – ao começo das mídias de massa, quando somente ele levava a informação ao público, o querido ouvinte.
O mundo evolui, as pessoas mudam. Surgiu a televisão e, posteriormente, a internet. Passamos a adotar novos meios de informação. Quando existe luz, tudo bem. Quando não, voltamos ao passado e seguimos a tradição à risca. O apagão durou mais de cinco horas e não apagou as rádios. A informação, a prestação de serviço e, em ‘alguns vários’ casos, a única companhia esteve ali, apenas na voz.

a América do Sul é um risco para todas as nações, pois, o que pode parecer uma tentativa de ajuda, se trata da busca por novos recursos e ainda mais influência. Em contrapartida, partidários do presidente colombiano crêem que esse medo não passa de um exagero e que os americanos são grandes aliados contra as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, grupo que comanda o tráfico de drogas na região e desafia a autoridade dos Estados).


depois de todos os livros publicados e de seis estréias nos cinemas, Harry Potter continua, até hoje, a fazer sucesso e render dinheiro para sua autora, J.K. Rowling. A mais nova iniciativa é uma parceria com a Universal Orlando Resort, prevista para 2010. 